sexta-feira, 7 de março de 2014

Nova Estação de Franco da Rocha em fase final

Plataforma da Nova Estação de Franco da Rocha

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou em 10 de setembro de 2012, reformas em 12 das 17 estações da Linha 7-Rubi, que liga a capital paulista a Jundiaí. O anúncio foi feito pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), durante evento para lançamento do projeto de trem expresso que vai ligar as duas cidades.
As primeiras estações da reforma, Francisco Morato, Jaraguá, já estão com as obras em andamento, já a estação de Franco da Rocha está semi pronta. Enquanto as demais estação têm obras em andamento a estação Vila Aurora (próxima a estação de Perus) já está concluída. As inaugurações das novas paradas devem ocorrer apenas em 2015. A estimativa do governo do Estado é gastar R$ 30 milhões com os projetos das estações e cerca de R$ 675 milhões com as obras.
Em oito estações (Pirituba, Perus, Caieiras, Baltazar Fidelis, Botujuru, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí) a contratação do projeto executivo já terminou. As obras devem começar entre o fim deste ano e o começo de 2013.
A promessa da CPTM é contratar, até o começo do ano que vem, os projetos para as estações Água Branca, Lapa, Piqueri e Vila Clarice.
Em todos as paradas, as obras incluem a instalação de escadas rolantes, piso tátil para deficientes, banheiros e outros serviços para readequar a linha à demanda de passageiros, que hoje chega a meio milhão de pessoas por dia.
Trem expresso. O edital para contratar o projeto executivo do trem que ligará a capital e Jundiaí em 25 minutos será publicado hoje. O trajeto terá partida na Estação Água Branca e conexão com a Linha 7-Rubi e com a futura Linha 6-Laranja do Metrô - conforme o Estado antecipou há duas semanas.
O projeto deve ficar pronto até o fim do ano. A expectativa do governo é iniciar a construção da linha no ano que vem, com custo previsto de R$ 3,2 bilhões e participação de empresas privadas. / B.R.
Vista Panorâmica da nova Estação de Franco da Rocha




quinta-feira, 30 de julho de 2009

Onde comer nas noites de sexta e sábado?

Estamos organizando um guia de restaurantes
e ou lugares, onde se come bem, na cidade.
Em Franco tem de tudo, desde pastelaria, botecos com pratos da casa, restaurante Self de dia e pizzaria à noite, até casa do norte com variedade de pratos, etc. Se você estiver do lado de cima da estação, na Rua Azevedo Soares passe no Bella Dona, I ou II é bem jeitoso serve comidinhas saborosas. Lá o serviço do almoço é o self-service, o preço é justo e nas noites de sexta e sábado pode se degustar mais de 40 tipos de pizza e ouvir boa música brasileira. Os proprietários da casa, Gilson (da padaria) e Cida, bem conhecidos e maduros no assunto oferecem simpatia de sobra a seus clientes!
Acima do depósito Federzoni tem o Sport Music BAr, que em um ambiente temático, mais voltado para apreciadores de esportes, como o futebol ou sinuca podem degustar deliciosas porções e bebidinhas variadas, enquanto curtem o futebol no telão. Sempre rola uma música aos vivos e a casa enche no final de semana. O espaço é do amigo e candidato a Deputado Estadual (Nº 23.567), neste estado, o Marcelo Cypriano, que tem como bandeira a difusão do coopertivismo, com ênfase na área da saúde, entre outros temas ligados a desenvolvimento econômico, desenvolvimento urbano e social. Ele é estudante de arquitetura e urbanismo e administrador de empresas e dirigi cooperativas, na área da saúde, em 3 estados (SP/RJ/BA).Tomara que leve, o Cypriano tem um belo currículo é bem equilibrado e preocupado não só com a cidade, como com a própria região. Opção prá lá de interessante, já que não temos nenhum representante lá, daqui.
Do outro lado da linha, à partir da quarta-feira, somente no jantar temos o Marroquino, com pouco espaço e cardápio pra lá de marrakesh... o proprietário e desportista viajou muito, mundo afora e de lá trouxe boas receitas.... Pra quem gosta é uma boa pedida!
 Mas, eu aposto muito no Império Gastronômico, do Cheff Nilson, único maitrê de que se tem notícias, por estas paragens...O cardápio é sempre surpreendente!


Calçadão de Franco da Rocha, que pena não ser um boulevard...com aqueles umbrellones e cafeterias simpáticas...

Complexo Hospitalar do Juqueri


Todo o conjunto Arquitetônico é de Ramos de Azevedo e teve início em 1895. Muito impressiona pela exuberância e mais ainda pela resistência. Há alguns anos, sem manutenção total, vários prédios foram desativados e outros se encontram em ruinas, contudo e aos poucos novos usos revelam seu potencial, graças a grande área e boa localização. A cidade leva o singelo slogan: "Cidade Ciência e Ternura", por reconhecimento ao Dr. Francisco Franco da Rocha, médico visionário, que encontrou aqui o local ideal para construir um Hospital de Alienados. Ele queria atender todo o estado de São Paulo. Nos próximos meses a cidade irá ganhar um Hospital de Clínicas, por iniciativa dos governos estadual e municipal em um dos prédios, antes desativado.

Franco da Rocha prospera, dia-a-dia!!!


A cidade de Franco da Rocha, hoje passa por muitas mudanças em sua aparência central e no abastecimento local. Melhorou bem! O comércio cresce a cada dia e o cidadão encontra fácil, o que precisa para consumir. Nos últimos 5 anos a cidade vem revelando uma vocação mais voltada para o comércio de vestuários, calçados e alimentos. Atualmente, estima-se que tenha + de 150 mil habitantes. Dados censitários do ano de 2007 confirmam, cerca de 130 Mil habitantes. Neste momento, Franco da Rocha tem 2.488 empresas, formalmente cadastradas na prefeitura, segundo pesquisa desta editora, que vos escreve. São 488 comércios, 95 indústrias e 1.900 e tantas outras no setor de serviços... Aff!!! Acho pouco e você? Vou ainda pesquisar, quantos empregados tem em cada uma delas..., claro que não cito nº de camelôs e outros informais, poderia até incluir-me no cadastro se houvesse como, já que não há informação construida, aí o número cresceria bem! (Falaremos sobre evasão de empresas, desemprego, cidade dormitório e outros vícios sociais...rs). Uma das ruas mais procuradas pelo consumidor popular é a rua Cavaleiro Ângelo Sestini e a rua Amália Sestini, que fluem paralelamente com a linha férrea (uma do lado esquerdo e a outra do lado direito da linha, respectivamente). A razão para o grande fluxo de pessoas ali é sem dúvida nenhuma a Estação Ferroviária, que a cada 10 ou 15 minutos, desembarca centenas de pessoas, entre moradores e não moradores da cidade. Por conta disto, algumas ruas paralelas a estas, como a rua Azevedo Soares, 7 de Setembro, Dr. Hamiltom Prado e Basílio Fazzi, contam com novos comércios de infra-estrutura melhorada. É interessante observar novas fachadas ao lado das desvitalizadas, mas todos servem para atender o volume de gente e suprir necessidades, a medida que as enxergam é claro! A política de fomento ao comércio e indústria da cidade, não expressa claramente vocações distintas, ou produção em cadeia, porém as próprias empresas acabam por definir e delinear certos formatos, pelo menos no caso do comércio (o nome da forma deve ser concorrência...rs.). É o que ocorre na entrada da cidade, que também é uma das saídas, na rua Professor Carvalho Pinto, especificamente no comércio de serviços e acessórios para veículos, e isto estende-se em parte da rua Basílio Fazzi (sequencial).
Este tipo de comércio centralizado só é bom de verdade, quando também oferece outros serviços, como alimentação, saúde, entre outros, como em um mix de produtos e serviços ao consumidor. Penso que todos ganham quando há inclusão. Torço pela lógica do coração!!!