
A cidade de Franco da Rocha, hoje passa por muitas mudanças em sua aparência central e no abastecimento local. Melhorou bem! O comércio cresce a cada dia e o cidadão encontra fácil, o que precisa para consumir. Nos últimos 5 anos a cidade vem revelando uma vocação mais voltada para o comércio de vestuários, calçados e alimentos. Atualmente, estima-se que tenha + de 150 mil habitantes. Dados censitários do ano de 2007 confirmam, cerca de 130 Mil habitantes. Neste momento, Franco da Rocha tem 2.488 empresas, formalmente cadastradas na prefeitura, segundo pesquisa desta editora, que vos escreve. São 488 comércios, 95 indústrias e 1.900 e tantas outras no setor de serviços... Aff!!! Acho pouco e você? Vou ainda pesquisar, quantos empregados tem em cada uma delas..., claro que não cito nº de camelôs e outros informais, poderia até incluir-me no cadastro se houvesse como, já que não há informação construida, aí o número cresceria bem! (Falaremos sobre evasão de empresas, desemprego, cidade dormitório e outros vícios sociais...rs). Uma das ruas mais procuradas pelo consumidor popular é a rua Cavaleiro Ângelo Sestini e a rua Amália Sestini, que fluem paralelamente com a linha férrea (uma do lado esquerdo e a outra do lado direito da linha, respectivamente). A razão para o grande fluxo de pessoas ali é sem dúvida nenhuma a Estação Ferroviária, que a cada 10 ou 15 minutos, desembarca centenas de pessoas, entre moradores e não moradores da cidade. Por conta disto, algumas ruas paralelas a estas, como a rua Azevedo Soares, 7 de Setembro, Dr. Hamiltom Prado e Basílio Fazzi, contam com novos comércios de infra-estrutura melhorada. É interessante observar novas fachadas ao lado das desvitalizadas, mas todos servem para atender o volume de gente e suprir necessidades, a medida que as enxergam é claro! A política de fomento ao comércio e indústria da cidade, não expressa claramente vocações distintas, ou produção em cadeia, porém as próprias empresas acabam por definir e delinear certos formatos, pelo menos no caso do comércio (o nome da forma deve ser concorrência...rs.). É o que ocorre na entrada da cidade, que também é uma das saídas, na rua Professor Carvalho Pinto, especificamente no comércio de serviços e acessórios para veículos, e isto estende-se em parte da rua Basílio Fazzi (sequencial).
Este tipo de comércio centralizado só é bom de verdade, quando também oferece outros serviços, como alimentação, saúde, entre outros, como em um mix de produtos e serviços ao consumidor. Penso que todos ganham quando há inclusão. Torço pela lógica do coração!!!

Nenhum comentário:
Postar um comentário